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terça-feira, 4 de outubro de 2016

(Entrevista) Maguila (Santos - SP)

Nova entrevista no ar, dessa vez com a banda Maguila da baixada santista, os caras estão parados no momento, mas vai que com essa entrevista eles se animam pra voltar não é?
Folha Alternativa: A primeira pergunta é a mais clichê, mas acho importante saber, como começou o Maguila? De onde vocês saíram? E porque montaram a banda?
Maguila: Cara, primeiramente satisfação total fazer essa entrevista e falar um pouco da Maguila!. e claro deixar um salve pra cena de Carapicuíba.
Mano, a Maguila! é das praias podres de Santos e começou se não me engano em alguma aventura por algum boteco aqui da região com cinco idiotas/amigos que iam em shows de hardcore aqui em Santos ou na capital se não me engano há uns 10 anos atrás. o intuito era de fazer um barulho tosco e falando muita, mais muita merda do que a gente entendia da vida sendo falando de nossos amigos ou da vida e com o intuito maior de tentar tomar uns gelol na faixa( que infelizmente só aconteceu uma vez em SP hahahahahahahahahaha de resto pagamos ou vendemos os merchs no role que tocamos para beber gelol). é! se pa era mais FOR FUN do que outra coisa. apesar de achar o termo for fun uma merda e saber que o motivo da minha banda era ser forfun, mas esse forfun foi maneirasso. hahahahahahahahahhaha
F.A.: Uma coisa que eu acho muito louca no som de vocês é a mistura de piadas com coisas reais, muitas vezes apenas nas letras como na música “Maguila x Chuck Norris” que apesar de ter um tom de humor é uma paulada. Já “Cachimbrema” tem a piada e além disso o som é misturado, entra um brega e já mistura num grind. Como funciona a criação? Vocês se reúnem e vão testando, ou alguém já chega com uma ideia?
Maguila: hahahahahahahaha cara, eu gosto pra caralho dessas duas faixas… Maquila! x Chuck Norris é uma porrada fodida mesmo, escrevemos essa parada na época que um pessoal ficava pagando pau pro Chuck Norris e ficamos meio que encucados, nisso escrevemos esse puro deboche falando que o Maquila era mil vezes melhor que o Chuck e vamos concordar que é verdade hahahaha. ma já me perguntaram se era por causa da banda Chuck Norris e é claro que não. eu gosto muito dessa banda e com certeza pra mim foi uma grande influencia e se vc leitor não escutou vá escutar não perca seu tempo. nem escute Maquila! escute Chuck Norris pq é FOOOODAAAAAAAAAAAAAA


(Indicação dos caras....escutem!)
Caximbrema é som que eu dou risada pela letra e pela história. em um role na casa de um dos amigos e ex integrantes da banda regada com muito gelol e cachaça um de nossos amigos idiota fala que a vida é cheia de caximbrema e nisso tivemos a ideia ali mesmo de fazer uma música homenageando a localidade com aquele ritimo falando sobre caximbrema, se vc não sabe oq é Caximbrema escuta a música que vc vai entender. a parte “musical” foi feita pelo Caio Fake que tem uma produtora Cabeção Music, fizemos tudo lá desde produção até a gravina dos sons. quem quiser dar uma olhada no trampo do cara Cabeção Music ta ai o maluco é ziquizira das produça.
F.A.: Conheci vocês em 2012 com o webclipe “Santos Cheio de Zica e Mina Dengosa com DST” que era uma sátira de “Vem comigo você” do Marcelo Totti. Então concluo que vocês conseguem pegar uma música bem bosta e deixar muito loca hahaha, posso mandar todo um playlist para ser adaptado pela banda? Brincadeiras a parte, essa versão (que ficou muito foda) rendeu bastante visibilidade para vocês?
Maguila: Marcelo Totti é foda! o legal é que ele gostou da música e ele só não apareceu no clipe pq não deu tempo de ele chegar hahahahahaha cara, tinha umas pessoas que gostavam e outras meio que não gostavam… hahahahahahahahahahaha. na real a gente fez esse som do nada os caras chegaram pra mim e falaram: “se liga tu só vai gravar isso ai ó” eu rachei o bico e perguntei se era sério… eles me convenceram me comprando por gelol e eu acabei gravando… mas sei lá fizemos na intensão de tirar uma onda e foda-se. e claro eu dei muita risada.
F.A.: Ainda no tema clipe vocês têm o da música “Minha Família” do EP “Um Cruzado na Orelha”. É um clipe muito bom, uma montagem legal e numa pegada rápida assim como a música, então a pergunta é, quem cuida da parte visual da banda? Capas, merch, clipes, vídeos, quem faz esse corre?
Maguila: Eu trampo com Web/design faz um tempo e sempre me amarrei em capas de discos e ai as ideias das capas e merch eram sempre minhas e eu sempre passava para um amigo meu que é ilustrador o Sérgio Duarte que fez os desenhos dos cds e camisetas. o cara é fodastico. os clipes e videos foram amigos que faziam tbm o clipe da minha família foi o Mundocão que fez, e o clipe de Santos Cidade Zica foi uma amiga nossa Carla Soares. mas as ideias sempre foram nossas e os caras que gravam lapidavão a merda pra melhor hahahahahahahaha
F.A.: Ao entrar em contato para essa entrevista fui informado que vocês estão parados, eu não sabia dessa notícia, sou da grande São Paulo e o pouco que tenho contato com bandas da baixada é através de vídeos e páginas. É um hiato ou um fim?
Maguila: Estamos parados… acho que não acabamos… é só um tempo… ou acabamos não sei… hahahahahahahahha vou deixar essa dúvida no ar… será que vai vir coisa nova por ai, será que vem som novo…clipe???? hmmmm deixo essa para vcs refletirem um pouco mais e tirarem suas próprias conclusões. hahahahahahahahahahahaha Faço um convite para vc e para o pessoal de Carapuiba para chegarem junto e compartilhar de grandes roles feitos por coletivos de verdade aqui de Santos e claro tomar um gelol e se vc não beber chega na água ou no suco que é nóis. é só chegar que serão bem-vindos.

F.A.:Gostaria de agradecer a banda por responder as perguntas para o blog. Valeu, abraço!
Maguila: Agradeço vcs ai por darem espaço para uma banda que está parada porém que fez grandes roles por ai fazendo muita merda e tomando gelol estrado a fora. Salve para a cena de Carapiuiba e um grande salve para o Folha Alternativa. Por último: FORA TEMER, FORA BOLSONARO FASCISTA! É nóis! Valeu! Quem quiser conhecer mais o som dos caras sigam:
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

(Entrevista) - Belvedere - (Canadá)

Terceira entrevista do ciclo We Are One Tour, se perdeu as anteriores não deixe de ler MUTE e Adrenalized, e para fechar teremos Lagwagon, enfim, confira o que os caras do Belvedere nos contaram:




Folha Alternativa: Depois de um hiato de sete anos como é tocar novamente, quero dizer, vocês estão de volta desde 2012 mas como Steve disse em um pequeno texto na página inicial do website oficial “Eu voltei par aa escola, aprendendo como fazer coisas tipo esse pequeno website”. É de fato tipo voltando pra “escola”? Ou não, só precisa pegar o ritmo novamente?

Belvedere: No começo foi bem estranho tocar no palco. Nós praticamos antes dos shows mas na primeira show em Paris nós tocamos por 90 minutos e finalmente nos sentimos confortaveis da metade pra frente. Tem sido bem explosivo e normal desde então.

FA: Depois do reunion, em 2014 o batera Casey Lewis entrou na banda, como foi isso? E como tem sido?

BD: Casey é um amigo a muito tempo e está preenchendo muito bem sua função. Ele é um verdadeiro profissional na batera e uma ótima pessoa para se ter por perto. Nem dói o fato dele não beber, agora eu posso encher a cara.

FA: Eu li em muito lugares que vocês estão trabalhando em novas músicas, eu gostaria de saber quando nós poderemos ouvir algumas músicas novas, ou melhor, quando será possivel ouvir um disco novo?

BD: Nós acabamos de finalizer 12 músicas para um album complete. Elas já estão todas gravadas e serão lançadas em Maio (2016). Você vai ouvir ao menos uma dessas músicas nos show do Brasil. O albuem será lançado pela Bird Attack Records. Por favor, procurem-no. Primeiro album em 12 anos.

FA: Quão bom é estar na Estrada novamente? Fazendo turne por todo canto?

BD: É ótimo poder fazer turne por todos esses paises. Nós somos muitos sortudos que os promoters e os fãs ainda curtem a banda. Isso significa muito para nós.


FA: Essa não será a primeira vez de vocês aqui na America do Sul, como é o publico por aqui na opinião de vocês?

BD: São muito animados e foi simplesmente incrivel tocar ai. A melhor parte é estar na mesa de merch no final do shows e conhecer todo mundo.

FA: O que esperar de vocês para esses shows na América do Sul?

BD: Exceto risadas, sorriso e músicas rápidas. Nós estamos tão animados de tocar ai e de estar com Lagwagon, Mute e Adrenalized! Obrigado a Solid Music por nos levar até ai e a vocês por nos ouvirem e curtirem nosso som!!!

FA: Gostaria de agradecer a todos da banda, obrigado por responder as perguntas e espero velos em breve!!!


BD: Muito obrigado, eu estimo suas palavras amigaveis!

Entrevista por: Wallace Nunes
Fotos: Belvedere oficial.

Para mais infors dos caras:

Para mais infos da We Are One Tour:

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

(Entrevista) - Adrenalized (Espanha)

Começamos o ciclo das bandas da We Are One Tour com o MUTE do Canadá, hoje teremos as respostas do Adrenalized da Espanha, em breve Belvedere e Lagwagon também. Enfim, vejam o que os caras nos contaram:


Folha Alternativa:  Enquanto conferia o perfil de vocês no Facebook eu li uma frase q dizia “Não espere um conto de fadas aqui” gostei muito dessa frase, então para começar eu gostaria de saber sobre o começo da banda, o mesmo perfil (Facebook) disse que vocês sempre foram amigos, mas como tudo começou de fato?

Adrenalized: Tudo começou quando Ander e Iri estavam na escola. Eles eram amigos e eles costumavam ouvir as mesmas músicas. Iri começou a tocar com alguns caras da sala dele e mais tarde Ander se juntou a eles. Depois de um ano eles se juntaram com Serch que eventualmente começou a tocar baixo. Depois disso, outro cara, Chipi, entrou para a banda e nós todos tocamos alguns shows. Então em 2006 Chipi saiu da banda e Lolo entrou. Finalmente em 2012, Serch saiu da banda e Josu começou a tocar conosco.

FA: O hardcore começou no EUA então as referencias para as bandas são bandas americanas, que cantam em inglês, por isso muitas bandas no Brasil e na America do Sul e muitos outros países da Europa também cantam em inglês. Eu gostaria de saber se vocês já tentaram fazer músicas em espanhol? Quão diferente vocês acham que soaria? E quão importante isso seria para o público espanhol? (Se acontecesse).

AD: Bom nós sempre somos questionados por que cantamos em inglês. Nós sempre dizemos isso que você citou, como o genero nasceu no EUA e quase todas as bandas que nós ouviamos quando eramos jovens cantavam em inglês. É por isso que é meio que natural para nós cantarmos nessa lingua ao inves de espanhol. Nós nunca tentamos cantar em Espanhol, mas achamos que isso seria um pouco “estranho”. Não creio que isso faria uma grande diferença para nosso público espanhol, mas nós nunca dizemos “não” para essa ideia. Pode ser que aconteça nós provavelmente cantaremos em Euskara no futuro (como cantamos em uma música do Docet Umbra).

FA: Essa é a primeira vez de vocês aqui na América do Sul, o que vocês esperam disso? O que vocês ouviram sobre o clima da cena punk/hardcore daqui?

AD: Nós não sabemos o que esperar mas uma coisa é certa: Nós estamos muito animas e ansiosos para chegar e curtir com vocês ai do outro lado do oceano! Nós temos uma certa conexão com essas terras, apenas pela lingua e o passado em comum, e nós sempre gostamos de conversar com fãs da America do Sul que são muito legais e devotos. Nós assisstimos alguns videos de alguns shows por ai e o publico é louco! Nós esperamos o melhor das pessoas dai. Nós acreditamos que a cena punk/hardcore é muito forte na America do Sul, com muitas bandas crescendo, e graças a internet é mais facil conhece-las. Nós só temos boas referencias sobre a cena dai, só esperamos que essas referencias sejam verdadeiras e queremos conhecer algumas das bandas dai.

FA: Na página de vocês tem uma descrição sobre a banda e fala sobre as primeiras músicas, que talvez vocês não sejam muito fãs delas, como vocês pensam na evolução músical do primeiro album “Vote for the Fake” para o último “Tales From the Last Generations”?

AD: Bom, nosso primeiro album é de 2007, entretanto algumas das músicas são mais antigas que isso. Você pode perceber que naquele momento nós ouviamos músicas e eramos influenciados por bandas que talvez não sejam as mesmas que ouvimos hoje em dia. Talvez só tenham ficado um pouco desatualizadas para nós... tipo nós não fariamos um album daquele jeito hoje em dia. Mas nós gostamos das músicas, elas são a representação do que aqueles momentos foram para nós. Isso é a vida de uma banda. Você compoe algumas musicas e depois de alguns anos você olha pra trás e pensa que elas não são tão boas quanto você queria, mas naquele momento elas eram as melhores que você poderia fazer e soava incrivel para os seus ouvidos.
Nós achamos aque nossa música mudou de uma forma muito boa desde nosso primeiro album.  Nós tivemos um segundo album que era um pouco mais “dark” e pessoal para falar a verdade. “Tales from The Last Generation”  foi uma experiencia comovente, já que decidimos fazer do nosso jeito, do primeiro ao ultimo passo, e nós estamos muito orgulhosos disso, significa muito para a banda.
Musicalmente falando, nós tentamos encontrar o equilibrio entre, “exigencias tecnicas”  partes trash ou dark ou partes hardcore melódico e melodias. Nós ficamos muito satisfeitos com o resultado e nós podemos ver uma evolução dos nossos albuns anteriores.


FA: Algum tempo atrás vocês tiveram uma troca de membro, Serch saiu da banda e Josu é o atual baixista. Como foi isso? Quero dizer, quando alguém sai as vezes é muito dificil achar o cara certo, então como foi para vocês? E quanto tempo levou? (adaptar, praticar e começar a tocar novamente).

AD: Foi um momento muito triste quando ficamos sabendo que Serch ia sair da banda. Depois de tantos anos juntos, tantas experiencias e nós eramos bons amigos, foi como ver um irmão indo embora. Mas nós sabiamos que estariamos dispostos a continuar tocando e a incorporar Josu foi a melhor das decisões que nós ja fizemos. Ele é um ótimo músico, uma ótima pessoa e ele não teve problemas em aprender as músicas, se acostumando com nosso jeito de tocar, e até mesmo nos termos de composição, ele veio com muitas ideias boas que foram realmente valiosas para nós fazermos o “Tales From The Last Generation”.

FA: No último album “Tales From The Last Generations” tem uma músicas “Crawling in the Ashes” com a participação de Étienne Dionne do Mute, como foi feita?

AD: Nós conhecemos os caras do MUTE muitos anos atrás quando eles estavam na tour de 10 anos deles na Europa. Nós agendamos um show para eles em San Sebastian e foi totalmente incrivel. Depois do show nos tornamos bons amigos e mantivemos contato. Nós tivemos a honra de tocar com eles novamente alguns anos depois e sempre é um prazer estar com eles. Nós estavamos muito felizes de saber que vamos fazer uma turne com eles. Quando estavamos compondo “Tales From The Last Generation” nós tivemos a ideia de ter algumas parcerias com outros artistas, e não conseguiamos pensar em ninguem melhor do que Étienne.  Nós mandamos a parte instrumental, a letra e a parte que ele deveria cantar e ele fez um trabalho incrivel por conta propria no Canada. O resultado ficou incrivel para nós.

FA: Vocês não tem nenhum video clip oficila, tem algum plano de fazer algo assim?

AD: Nós estavamos pensando em fazer um video clip, mas não queremos ficar pensando demais nisso. Nosso principal problema é não termo umas “história” para contar no video e por causa disso nós nunca tratamos de fechar um roteiros ou alguma coisa e procurar alguem para gravar e etc.  Nossa culpa... mas nós gostariamos de fazer isso.

FA: Eu estava conferindo a capa do novo disco e cada uma é totalmente diferente da outra, como vocês fazem as capas? Quero dizer, vocês dizem para o artista o que querem, ou acham um cara com um trabalho legal e o deixam trabalhar e criar algo legal para a banda?

AD: Bom, tirando o “Docet Umbra”, uma arte por Andreas Frisk, as capas e artes são normalmente feitas por Ander mesmo. Nós normalmente temos uma ideia do que queremos, e nós normalmente nos encontramos para fazer a arte final. Claro que as vezes nós pedimos para pessoas e amigos para virem com designs e até sugerimos algo ou deixamos que eles proponham coisas totalmente deles mesmos.

FA: Eu gostaria de agradecer todos os membros do Adrenalized por responderem as perguntas, agradeço a atenção para nos dar um pouquinho de informação sobre a banda, até logo!

AD: Obrigado por nos dar a chance de sermos lidos!

Entrevista por: Wallace Nunes
Fotos: Adrenalized oficial.

Para mais infors dos caras:

Para mais infos da We Are One Tour:

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

(Entrevista) - MUTE - (Canadá)


Mute é uma banda de Hardcore de Quebec, os caras são 100% DIY e já tocaram 55 shows entre América do Norte e Sul, Europa e Asia. A banda já passou pelo Brasil duas vezes, da primeira vez com uma tour na região sudeste e sul do país com os caras do Bullet Bane e a segunda passando por outros países. Como a música do disco “The Raven” diz, eles estão “Voltando” para o Brasil para um tour com outras bandas de hardcore e felizmente aceitaram responder algumas perguntas para o Folha Alternativa.



Folha Alternativa: E aí pessoal, eu sou um grande fã da banda e estou bem feliz de ter a chance de entrevistá-los. Primeiro de tudo, eu sei que vocês estão na estrada a 16 anos, então por favor conte-nos como tudo começou, como decidiram se encontrar e montar a banda.

Mute: Tudo começou no colégio, no meio dos anos 90. O Punk Rock estava passando por sua segunda leva e nós nos encontrávamos no meio disso. E foi para a vida toda. Nessa época 3 membros de 4 estudavam na mesma sala no colégio.

FA: Vocês tem 3 álbuns e estão planejando um novo, como o processo de criação das músicas e letras acontece? Vocês trabalham juntos ou alguém tem uma ideia e mostra para os outros e ai começam a trabalhar nisso?

M: A música vem primeiro. Às vezes uma ideia básica, as vezes como algo completo. Alex nosso guitarrista vem com a maioria dessas ideias de músicas. Nós ensaiamos a música como uma banda e damos vida a ela. Nós tocamos com tempos, estruturas e dissecamos todas as partes para faze-la tão boa quanto pode ser. Quando todos estão felizes com o resultado, eu (Etienne) ou JP (Jean-Philippe Lamonde) pegamos a música e trabalhamos nas melodias e letras separadamente. Quando as letras estão completas, nós então voltamos para a música mais uma vez para ter certeza que se conecta 100% com o que foi feito na letra.

FA: Vocês sempre fazem posters e vídeos interessantes sobre as tours, como o vídeo da ultima tour da América do Sul que todos falam espanhol, isso mostra que você realmente se preocupam em se comunicar com o público, aonde que que eles estejam. Eu adorei aquele poster da tour do Japão com os dentes do Godzilla, quem planeja essas coisas (Posters, vídeos, capas e etc..)? Ou elas meio que aparecem?

M: Eu aprendi Design Gráfico fazendo o layout do primeiro CD e os posters da banda 16 anos atrás. Isso me fez estudar artes na universidade. Eu trabalhei como designer gráfico período integral uns anos atrás mas eu mudei 5 anos atrás para a fotografia (http://facebook.com/etiennedionnephotographe). Eu amo fazer as coisas para a banda. Isso de fato revela quem eu sou.

FA: Além de música, alguém na banda trabalha com algum tipo de arte, como desenho, pintura, escrita e vídeo?

M: Eu (Etienne) sou o único da banda que tem um background artístico. Eu faço ou coordeno 95% de toda a arte visual que já foi feita para a banda. Como uma banda 10% DIY todo mundo tem suas tarefas para fazer e para que a banda funcione. Essa é a minha parte.

FA: Eu gostaria de fazer mais mil perguntas, mas vamos para a última. O que podemos esperar para o próximo algum? Quando ele estará pronto para ser lançado?

M: Essa é a primeira vez que falamos do novo CD. Primeiro eu gostaria de dizer que o que nós escrevemos reflete as músicas que nós mesmos gostaríamos de ouvir: Rápido, técnico e melódico. Nós nunca trabalhamos tão duro em nada assim antes. Escrevemos 16 músicas mas o produto final vai ter 11-12 músicas + bonus tracks para lançamentos estrangeiros. Nós continuamos acreditando que o formato álbum completo te dá músicas o suficiente para criar um momento com a banda. As gravações começarão com a bateria no meio de Janeiro. Vamos fazer uma pausa no fim de Fevereiro para ir para a América do Sul participar da We are One Tour (com Lagwagon, Belvedere e Adrenalized). Estamos ansiosos por isso. Nós pretendemos lançar mundialmente no começo do Outono de 2016 (Setembro/Outubro).


Gostaria de agradecer à banda e espero que continuem vindo para o Brasil fazendo shows monstros como os últimos. Se você quiser conhecer mais da banda confiram os links:



Para mais infos da We Are One Tour:



sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

(Entrevista) - Adrift (RJ)


Adrift é uma banda de Duque de Caxias (RJ), os caras estão na ativa desde 2010 e já tem um EP lançado “À Deriva” disponível para download desde 2013 e esse ano começaram lançando o álbum “Promessas”. Trocamos uma ideia com os caras para conhecer mais do trabalho da banda.



Folha Alternativa: Vocês acabaram de lançar o disco “Promessas”, como foi o processo de gravação do disco? Quanto tempo a banda vem trabalhando no material?

Adrift: O processo de gravação foi meio que engraçado, começamos a pré-produção no começo de 2014 e tivemos sérios problemas com estúdio, dinheiro etc, tantos problemas que nós acabamos pirando e resolvemos comprar alguns equipamentos básicos de gravação, à partir disso foi correria pra aprender a gravar e mexer com esse tipo de coisa. No fim das contas eu (Raul) acabei curtindo trampar com isso e venho estudando o assunto pra tocar um estúdio com mais estrutura pra frente.

F.A.: E a divulgação está sendo pesada, vi que uma rádio americana tocou um som de vocês e várias resenhas web afora, como tem sido a divulgação do mesmo?

AD: Pois é, pra nossa surpresa, o site/selo/rádio Dying Scene tocou uma de nossos sons em um Podcast especial sobre o David Bowie (RIP). Nós não temos apoio de nenhuma organização ou coisa do tipo, o único apoio que temos tido é dos nossos amigos e são esses que tem nos ajudado de uma forma extraordinária, compartilhando e espalhando o disco pra tudo que é canto, amigos como você. E na real nós somos bem cara de pau, enviamos pra todo mundo mesmo e perturbamos um pouco a paz pública internetiana, sem ultrapassar os limites da chatice, é claro.

FA: Como está sendo a aceitação da parte do publico do novo trabalho? O que vocês têm escutado, lido da galera?

AD: Essa sempre foi uma preocupação, visto que os sons são antigos e não é exatamente o som estávamos esperando fazer, mas sentíamos que tínhamos a obrigação de lançar esse álbum por ter marcado uma época de nossas vidas e por gostarmos do som. Enfim, para nossa surpresa, os comentários tem sido bem positivos, inclusive de pessoas que estão de fora do que é o hardcore, isso nos deixou muito feliz. Algumas críticas construtivas também foram feitas, algumas pessoas disseram ter gostado muito do instrumental, mas sentiram falta de um toque de agressividade na voz. Contudo, à receptividade tem sido muito boa.

FA: O álbum vai ter uma versão física? Um para a galera ter na estante? E além disso, quais materiais vocês tem, no aspecto físico, camisetas, adesivos? E quem quiser como faz pra conseguir? 

AD: Vai ter disco físico sim, infelizmente só vai sair em Abril, pelo fato de não termos grana no momento pra lançar, afinal somos uma banda da baixada fluminense sem apoio financeiro, tudo é muito suado e trabalhado, mas vai sair, nem que tenhamos que vender o Bruno (Guitarrista), hahaha. Brincadeiras à parte, temos camisetas que chegaram esse mês e vão sair uns adesivos aí, estamos negociando com alguns selos pra nos ajudarem a lançar o álbum em alguns estados também. Pra comprar, enquanto ainda não ajeitamos nossa loja virtual, é só colar no nosso show, ou mandar o papo por inbox no facebook que tá tudo certo.

FA: Quais os planos para esse ano? Um clipe? Alguns shows? Conte me tudo não me esconda nada...rs

AD: Queria agradecer o espaço cedido pela Folha Alternativa e dizer que temos muitos projetos pra tocar pra frente, incluindo clipe, merch, organização de festivais, mas o principal deles é sair tocando por aí o máximo possível em todas as cidades que conseguirmos, queremos pegar experiência de estrada pra formular nosso próximo disco, onde pretendemos fazer um trabalho mais elaborado e evoluir nossa identidade.


Gostaria de agradecer os caras do Adrift e para quem quiser conhecer mais o trampo da banda entre nos links abaixo:



sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

(Entrevista) - Western Day (SP)

Western Day é uma banda de Grind/Hardcore da Zona Sul de São Paulo, os caras estão na estrada desde 2007 e tem um currículo invocado, diversos festivais e shows com bandas como: Still On (Colômbia), Meinhof (UK) e Napalm Death (UK) & Suffocation (USA), Are you God?, Hutt e muitas outras. Troquei uma ideia breve com os caras e o papo foi assim:

Folha Alternativa: Eu conheci o Western Day faz um tempo, e na época era uma outra formação, explique para galera um pouco dessa nova formação da banda.

Western Day: Salve salve folha Alternativa! Primeiramente gostaríamos de agradecer a oportunidade de estarmos aqui falando um pouco sobre a banda, e que não somos muito bons com as palavras (risos) mais que vamos tentar ser objetivos e não falar nenhuma besteira.
Como dito formamos o Westernday em meados de 2007, Quem idealizou a parada foi o PH (guitarra) junto com Jhowgo (vocal) , eles foram os criadores da banda. Na sequencia entrou o Carlos (vocal), Alex (guitarra), Alirio (Baixo) e Rick (batera). Tocamos em gigs com bandas bem legais da cena. Dois eventos que gostaríamos de destacar foram o Bolinho Podre Speedgrind festival e 2º Piraporinha Hardcore.
Depois começaram as mudanças. Alirio saiu da banda e foi substituído pelo Bruno vulgo Mutila, Que tá até hoje tocando com agente. Dai pra frente tocamos muito. Rolou em 2009 o koolmetal fest e foi uma experiencia incrível dividir o palco com bandas como o Napalm Death, Suffocation e Violator. Em Janeiro de 2010 tocamos no 18° Festival de Hardcore de São Paulo, Verdurada. Esse foi nosso ultimo show. Decidimos dar um tempo pra focar em nossas particularidades, estudos, trabalho daí em diante a banda seguiu "splitada" Até 2014. Algumas tentativas de retorno rolaram, mais a banda quase acabou de vez. Surgiram projetos paralelos inclusive um deles continha os membros da banda exceto Alex e Rick. Chamava-se Dead Vai You. Tem um EP gravado e é altamente recomendado a fãs de punk, hardcore na linha Discarga, Mukeka di Rato.
Quando a banda resolveu voltar, fez alguns ensaios. Aconteceu a saída do Rick que é um batera fudido! Temos orgulho de ter tido um cara autodidatas como ele, acompanhar sua evolução como músico e ter sua pegada registrada na nossa “Demogrind”. Na Sequencia já entrou o Gabriel, um batera foda! Saiu o Jhowgo, o Carlos assumiu a responsa dos vocais. No fim saiu o PH guitarrista e fundador da parada. Entrou o Marcelo que tem um curriculum bom na cena. Guitarrista experiente e já tocou com muitas bandas dentre elas o Violência Coletiva. Desde então a banda começou a tomar uma nova direção... As musicas ficaram muito mais pesadas e com certa técnica, bem diferente do início da banda que era bem mais punk! Por fim na reta final da gravação do nosso novo trabalho, por motivos que decidimos não divulgar rolou a saída do Carlos. Não poderíamos perdem tempo. Convidamos o Thiago vulgo Thithi Gore! O Apelido do camarada já diz tudo, nem precisamos falar muito! Já chegou fazendo Três shows e gravou os vocais no EP. Hoje somos Alex (guitarra), Marcelo (guitarra), Mutila (baixo), Ratão (batera) e Thithi Gore (vocais) Esperamos seguir juntos por muito tempo, tocando e divulgando nosso trabalho. Levando o legado do rock pauleira por onde passarmos! Essa é nossa única pretensão como banda!

FA: Conheço a demo “Demogrind”, tem 4 sons de vocês e está disponível no Bandcamp da banda, as quatro músicas não tem letra disponível, queria saber qual é a temática que a banda aborda nas letras.

WD: A temática da banda consiste na mescla de situações que acontecem no nosso  dia a dia, coisas do cotidiano, holocausto, horror, trash movies. Como se todos os dias no local onde  vivemos fosse um filme de horror! Entende? (risos)

FA: Estou sabendo que em breve vão lançar um disco e um EP com sons lado B, quando e o que esperar desses novos plays?

WD: Quase certo pra lançarmos em Março! O disco ainda não tem um nome. Temos as músicas gravadas, finalizadas. Detalhe! Tudo no mais alto estilo DIY, faça você mesmo! Quem fez a parada toda foi nosso guitarrista o Alex. Quanto ao EP com sons lado B, é bem provável que lancemos uma ou duas semanas antes da chegada do trabalho principal. O que esperar? Rock Pauleira! Sem dúvidas! (risos)

FA: Além dos discos, quais os planos futuros para a banda? Um clipe? Algum show de lançamento?

WD: A cara... Agente tá apostando bastante no lançamento desse Disco novo, depois que ele sair tudo é possível acontecer! Um video clip seria animal! Pode ser que surja a oportunidade! Que alguém se interesse pelo trampo. E sim, pretendemos fazer um show de lançamento. Estamos até tentando fechar com alguma banda legal da cena. Isso ainda está em processo, ainda não há como dar muitos detalhes. Mais vai rolar sim.

FA: Por fim, como e quem faz as artes da banda? São vocês mesmos ou algum amigo agiliza?

WD: No começo quem fazia essas paradas era o Jhowgo, inclusive foi ele quem criou as artes pras camisetas, as paradas da nossa demo! O Bonegrind nosso mascote. E são uns trampos que ajudaram a dar a cara da banda! Esse lance de horror e perífa sempre teve presente na banda.
Agora pra esse disco novo quem está fazendo nossa arte é o Augusto Miranda. Além de um artista fora de série o cara é GENTE, uma das pessoas mais legais que já conhecemos. Vale a pena conhecer o trampo dele.





Gostaria de agradecer aos caras do Western Day e quem quiser conhecer mais o trampo dos caras basta curtir a página deles no Facebook e acompanhar o bandcamp da banda, que em breve vai ter novidades como já citado disco.

https://www.facebook.com/westerday

http://westerndaygrindcore.bandcamp.com

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

(Entrevista) - Total Silence (Duque de Caxias - RJ)

Hoje vamos inaugurar as entrevistas aqui no blog (futuramente na versão impressa tbm).
A primeira entrevista do Folha Alternativa foi com o Guile que é o one man band "Total Silence" de Caxias do Sul - RJ. Confiram as respostas e os links da banda:



Folha Alternativa: E ai Guile beleza? Queria que você contasse um pouco do projeto “Total Silence” como funciona e o que te levou a fazer uma banda de d-beat/raw punk.

Guile- E ai mano, por aqui tudo bem! Primeiramente gostaria de te agradecer pelo espaço cedido aqui no blog, valeu mesmo.

Então, a TOTAL SILENCE surgiu logo apos eu parar com um antigo projeto que eu tinha, começou em Março de 2012 com um amigo aqui da área fazendo uns ensaios e eu na guitarra e voz. Ao longo do ano de 2012 e metade de 2013 eu fui testando outros line-ups pra ver se dava certo manter como uma banda normal que ensaia e sempre toca, mas acabou que eu fui desanimando e resolvi continuar o trampo sozinho mesmo. 

O que me levou a montar uma banda nesse estilo é o tipo de sonoridade, temática e a estética que é uma coisa que eu realmente curto escrever e tocar.

Temáticas abordando a maldição da guerra e todo o mau que ela traz, o homem criando a sua aniquilação com a destruição do planeta.

FA: Apesar de o “Total Silence” ter um estilo bem definido no som, nas letras e na estética eu vejo suas postagens e sei que você curte outras paradas também, quais suas principais influencias?


Guile- Sim, eu curto bastante sonoridades diferentes então no meu dia a dia eu ouço bastante coisas variadas, eu sou realmente um viciado em música (ahaha), mas as influências pro som que eu faço com o TOTAL SILENCE são basicamente essas:

DISCHARGE/ANTI-SECT/ANTI-CIMEX/UTGARD TROLLS/BESTHÖVEN/
DISASTER/CRUCIFIX/MASSKONTROLL/NAUSEA/CRUDE SS/SHITLICKERS/
DISCHANGE/DISCARD/CRUDITY/MOB 47 e etc...

FA: No blog do Total Silence tem a descrição que a banda é de um homem só, ou seja você que faz tudo, letras, músicas, grava guitas e bateras e lança tudo sozinho. Mas já vi fotos de shows, como você faz nesse caso? Tem alguém certo já preparado para tocar o set list?


Guile- Realmente a banda funciona como uma one man band, desde julho de 2013 quando resolvi levar o trampo sozinho. Nesse esquema eu ganhei mais agilidade pra poder gravar tudo.

É até engraçado essa parte dos shows porque nunca tem um line-up fixo, se você der uma olhada nas fotos dos shows sempre vai variar as pessoas que estão me ajudando. Aqui no RJ o Raul (da Adrift) por estar mais próximo de mim sempre faz esse corre comigo, hoje em dia ele normalmente faz a bateria ao vivo, mas ele já fez de tudo na banda e é uma pessoa bem importante até hoje, ele que me ensinou a fazer as gravações, me ensinou a programar as baterias, saca?

Outra pessoa que sempre me dá uma grande ajuda é o Somalha (do Final Trágico) um amigo que tenho em Ouro Preto, e ele sempre se disponibiliza a me ajudar também fazendo as baterias ao vivo, acho que ele foi quem mais tocou ao vivo comigo até hoje, fizemos uma mini-tour em SP pra divulgar a demo WAR GRAVES, e nesses shows da mini-tour de 2014 quem fez o baixo e organizou as datas foi um outro amigo meu o Diego (do Atos de Vingança).

FA: Vejo que você participa de diversas coletâneas nacionais e gringas, você poderia listar os lançamentos da banda? E também como que alguém pode conseguir um material físico (disco, cd, tape, adesivo, buttom ou camiseta)?


Guile- Vou listar abaixo os lançamentos que já saíram e os que estão próximos de sair. Quem tiver interesse em algum material da banda pode escrever no meu perfil pessoal, no e-mail da banda totalsilence.punk@gmail.com ou pela pagina da banda também.

DISCOGRAFIA

Formato Físico:
2013. WAR GRAVES [CD-R] by Decapitated Recs.
2014. V/A - Cacos de Vidros Vol. 2 [CD-R] by G-Beat Produções.
2015. V/A - Another Nail In The Coffin! [TAPE] by Punk Vortex Recs.
2015. V/A - PogoHai Label Compilation Vol. 2 [TAPE] by PogoHai Recs.

Formato Digital:
2014. V/A - Freedom Punker Vol. 19 
2014. V/A - Dis Freedom Struggle Continues Part 3
2015. V/A - Mania For Conquest Vol. 5 

Em Breve:
2015. Mass Death & Sorrow [12" LP] by Decapitated Recs.
2015. Mass Death & Sorrow [K7/CD] by PogoHai Recs.
2015/6. Split w/ Brafcharge [7" EP] by PogoHai Recs.
2016. 3 Away "TOTAL VINGANÇA TRÁGICA" [CD-R PRO] by No War Recs.
2016. V/A - D-beat Hasta Que Te Sangren Los Oidos [CD-R PRO] by Ke Ardan.

FA: Essa é uma informação que eu sempre tento descobrir das bandas, quem faz as artes? Capas, e até layout de página, você mesmo ou alguém te ajuda?


Guile- Atualmente quem  fez o layout para a página foi meu amigo Mingau (do Death From Above), ele criou esse novo layout pra fazer os adesivos. Então aproveitei pra usar na pagina e inclui a arte THE SCREAMS FROM HELL como capa do split 7" EP com o Brafcharge, esse lançamento vai estar disponível na Alemanha pela PogoHai Recs em breve.


O logo novo com o nome da banda quem desenhou foi o Murilo Pommer (do Cadáver Em Transe), ele também criou a capa pro novo disco que está pra sair agora entre dezembro e janeiro, intitulado de Mass Death & Sorrow. Aqui eu vou estar lançando em vinil 12" LP pelo meu selo Decapitated Recs e na Alemanha ele vai estar saindo em dois formatos K7 e CD pela PogoHai Recs.

Eu tenho um projeto pronto pra um novo disco aqui pra ser lançado em 7" EP intitulado de Noise Punk Bombardment, que a arte da capa foi criada pelo Jeferson Pizone (do Helvetin Viemärit), mas esse projeto infelizmente deve ficar pra metade de 2016 mais ou menos.

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Gostaria de agradecer a atenção, para mais informações visitem os links da banda:


https://www.facebook.com/totalsilencedbeat?pnref=lhc
http://totalsilencedbeat.blogspot.com.br/
https://totalsilence.bandcamp.com/